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outubro 04, 2008

A LOUCURA DIÁRIA

Porque não escrevi mais? Porque a rotina ta descompensada! Os pensamentos fugindo e o fim de ano chegando, o que por sua vez já me faz entrar em crise! To na berlinda, tentando achar um rumo verdadeiro pra minha vida, e como é difícil existir não?! Vou tentando, to muito inquieta, aí pra por no papel o que no momento ta atrapalhando até o pensamento mais singelo e o movimento mais simples, torna-se para mim os 12 trabalhos do Hércules. Descobri tarde que a minh´alma é de professora, mas a mente o coração e todos os músculos do corpo me provam o contrário; a pergunta agora é: o que dá pra fazer, ser bem remunerada , ter prazer no que eu venha a fazer, ou seja, o bom e velho Projeto de Vida. Me pergunto isso todo dia...me reviro inteira e não encontro a resposta! A grama do Meu Jardim ta alta mesmo, os portões no entanto continuam abertos, escancarados...talvez esperando meu coração se aquietar para quem sabe os pensamentos clarificarem...eu espero! P.S. No Meu Jardim e no meu Coração terá sempre lugar pra vc, Sirsi!
Pressentimento
Hermíneo Bello de Carvalho
Ai....ardido peito
Quem irá entender o seu segredo
Quem irá pousar em teu destino
E depois morrer de teu amor
Ai....Mas quem virá?
Me pergunto a toda hora
E a resposta é o silêncio
Que atravessa a madrugada
Vem meu novo amor
Vou deixar a casa aberta
Já escuto os teus passos
Procurando pelo abrigo
Vem que o sol raiou
Os jardins estão florindo
Tudo faz pressentimento
Esse é o tempo anseado
De se ter felicidade

janeiro 27, 2008

Roda Gigante

Segunda começa tudo de novo, colégio, aula, apresentações, turmas novas e antigas, primeiras impressões, antipatias, simpatias, apostas, descrença, esperança, um verdadeiro turbilhão de emoções. E eu continuo a me perguntar: por que eu fico com um certo frio na barriga? É a mesma sensação chata de andar na roda gigante, aquele embrulho no estômago. Mais o palco do ator ou do professor é mesmo sagrado, para quem o é, lógico, só para quem tem vocação, sempre pensei nisso, no entanto, só agora tenho a coragem de admitir que é o mesmo ofício, é uma atuação, que apesar da personagem é feito de forma verdadeira. É, acho que segunda, antes de entrar na sala de aula, eu deva gritar MERDA como dizem os atores pra dar sorte e confiança. Espero realmente que a platéia seja entusiasta da grande “loucura” que é se expor diante de pessoas que não te conhecem ou se te conhecem, as vezes te estranham; mas é isso mesmo, as subidas e descidas são o equilíbrio entre os que como eu vão vivendo e se emocionando. Tudo começa e termina em mim.

janeiro 12, 2008

Um Q de Amélia-aquela q era Mulher de Verdade :*

Recentemente tem me dado umas vontades esquisitas, calma não se trata de gravidez, até por que precisaria de um par oposto e isso ta bem difícil, parece que os homens fugiram de mim !!! Mas esquecendo um pouco dessas criaturas, vou me ater às vontades que têm me acometido e que eu sempre ri de quem dizia que eu tb iria mudar. Pois bem, não é que tem me dado vontade de cozinhar, arrumar a casa, ir ao mercado, principalmente aquelas feiras de rua ou em mercados públicos, de organizar as coisas de casa, tipo deixar pregado na porta da geladeira uma lista pra fazer check in das compras do lar... Fora a súbita vontade de comprar e usar saltos, coisas que, aliás, eu abomino gosto mais das sandálias rasteiras. Mas fazer o que vontade é vontade.

O troço é que antes (quando eu tinha menos idade) eu sentava e esperava a vontade passar, mas agora quem disse q ela passa. Com certeza o Vinícius deve ta orgulhoso de mim, quem? Ele mesmo, o Poetinha Camarada...Pois ele sempre falou: ”de tudo ao meu amor serei atento...” Tudo bem, td bem, eu já falei lá em cima q tô mais sozinha do que conjunto unitário, mas a esperança é a última que morre, e tenho dito.
Mas lógico tô meio Amélia sim, mas sem perder a noção da independência, pois não gosto de depender de ninguém, prática, aliás, que eu vou ter de repensar daqui a uns meses, por que aí sim vou ficar por conta de Mammis, mas é assim mesmo. Um livro que me deu vontade de cozinhar foi lido recentemente. Trata-se de uma escritora Blogueira chamada Cristiane Lisbôa, e o livro chamado: Papel Manteiga para Embrulhar Segredos: Cartas Culinárias. Muito singelo este livro, eu o recomendo por que mais do que vontade de cozinhar, ele me abriu a Porta da Alma ;)

novembro 01, 2007

“Viver e Não Ter a Vergonha de Ser Feliz...Cantar e Cantar a Beleza de Ser um Eterno Aprendiz...”

Sabe aqueles dias em que tudo diz nada?! Pois é. Tô me sentindo digital D+ ultimamente, é um corre-corre frenético, a cabeça sempre a mil e o coração na mão esperando sabe-se lá o q de bom! Já se sentiu nadando contra a corrente e diferente do que o poeta dizia: não “é só pra exercitar”? Acho que eu tô pagando a cota de ser densa ao extremo, tudo na minha vida tem peso e profundidade, sabe aquelas pessoas q só relaxam na frente de um PC, então parece bom, né? Mas não é, é triste...
O pior não é nem a vida atual é que nós as pessoas densas D+ quando olhamos para trás, enxergamos nossos dias aqui como uma aventura que se perdeu, as porra-louquiçes foram “vendidas, tão baratas que eu nem acredito, ah! Eu nem acredito” e sinceramente não penso mais em mudar o mundo...aham no máximo pintar de vermelho (cor q amoooo).
Meus amigos de especialização costumavam falar que eu não matei os pais (Simbolicamente, claro) e com certeza nunca fez meu gênero romper com o mundo e começar pelos meus pais, mas nunca fui santa quando dá vontade, sento e espero passar.
Já deu pra ver né? Não sou desse Planeta, não gosto só de uma coisa ou de outra, gosto de todas, é cosmopolita, mas se quiser de Marte ou Vênus de preferência com um belo de um E.Tesão rsrsrs, no duplo sentido.
O melhor de tudo é que ainda espero o melhor de mim e acredito no melhor das pessoas, e não são frases de efeito não, sou um pouco mãe de todos! Egocêntrica, amostrada, não, nem gosto de falar tão a fundo desse jeito, poucaaaaaaassssss pessoas podem dizer que realmente conhecem Adélia Patrícia, sou uma ostra, pois como o papel de mãe de todos me coube (desde a adolescência é assim) sempre sobraram admiração de tal característica, mas também um certo erro de cálculo. Qual meu erro de cálculo? Um ótimo exemplo pra quem vai ler, é saber que fui pouco namoradeira, motivo? Simples, de tão densa e mãe de todos eu errava o time com os carinhas pelos quais me apaixonava, ou seja, eu era a conselheira, a que emprestava o ombro, a que tava sempre ao alcance pros desabafos...Enfim a mãe e nunca a namorada, a pretendida. “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”, ouvi tantas vezes isso ressoando na minha mente; mas vivi de qualquer maneira, grandes amores, grandes amizades e realmente até aqui tudo valeu a pena, tomará que continue assim. Esperando melhores ventos! P. S. Quando eu me encantar, lembrarei de levar essas mal traçadas linhas digitadas, pra ver se na próxima aventura terei mais sorte com a bula rsrsrs. ;D OBS: Escrevi esse post enquanto pensava no post do Blog da Joyce (amiga da Flavinha). “Viver e não ter a vergonha de ser feliz...Cantar e cantar a beleza de ser um Eterno aprendiz...”

outubro 22, 2007

Fragmentos

Envelhecer: quando envelhecemos parece o fim do mundo, o telefone não toca tantas vezes, pelo menos não para cairmos na gandaia. Aí entramos na fase da consultoria, conselheira, psicóloga, juíza e para piorar nós achamos que podemos e devemos absorver e resolver todos os problemas do mundo. É senhoras e senhores, gatos e gatas, nós nos SABOTAMOS, é uma espécie de auto-imagem super hiper mega crítica que criamos de nós mesmas. Mas envelhecer também tem suas vantagens, nós mulheres ficamos mais interessantes ao menos aos olhos dos homens mais jovens, o que de certa forma pode nos dar um up grade bastante interessante rsrsrsrs, deu pra entender né?! E como os opostos se atraem cientificamente falando fica quase irresistível recusar, talvez o interesse dos rapazes mais novos em relação a nós seja justamente o fato de que nós temos a cabeça e eles entram com o físico, e o mesmo digo de nós em relação a eles, com um diferencial, não é o físico que mais nos atrai, mas sim a possibilidade da aventura, deles não saberem ainda fazer os joguinhos que os homens da nossa idade fazem com primazia rsrsrs nunca dá certo tadinhos! A gente é que finge muito bem rsrs. Aliais, o universo paralelo das mulheres é incrível, pois reparamos, sentimos, escutamos em diferentes épocas da vida de uma forma muito mais intensa do que eles, e o que eu tô falando não é guerra dos sexos não é a mais pura análise, constatação e verdade.
A Parábola do Homem Rico Lucas 12; versículo 13-21: Hoje foi o dia da tortura (apertar o aparelho ortodôntico), como sai do trabalho muito cedo (isso é relativo), pois saí as 12:30 hs e o atendimento só seria as 14:00 hs. Mais uma vez falo na palavra envelhecer, pois quando começa nossa fase “velha” ficamos como um bando de Romários! Não entendeu? Eu explico: o Romário não perde o tempo dele correndo o campo todo pra marcar o gol, ele fica lá na banheira (embaixo do gol, esperando a bola passar perto), e eu segui seus ensinamentos, pois não ia voltar pra casa pra depois ir novamente pro consultório. Resolvi parar num quiosque da praça da matriz e tomar água de coco (no meu caso foram 2 águas de coco ;) é que o calor tava grande e os cocos eram pequenos, pois resolvi que vou fechar a boca. Bom quem me atendeu foi um “velhinho” chamado Cecílio, mas que todos os freqüentadores do quiosque chamam de Cícero - tudo a ver né? Enquanto eu matava minha sede e pensava na hora do terror ele começou a contar pra mim a parábola do homem rico. Como diz a Fábia, se eu fosse nova nem ficava junto, por que gente nova só tem tempo pra patotinha e pra zuação, ela num disse bem isso, mas como somos siamesas, interpretei assim ;) Aí fiquei ouvindo a parábola que dizia que as pessoas tinham que dar um pouco de si para os outros e a proporção que seu Cícero falava, pensei: poxa eu realmente envelheci, não apenas isso eu sou diferente da média pois ouvi toda a parábola e num foi sacal não foi até bem legal, deu pra aliviar a tortura que se seguiria. Figuraça esse seu Cícero. Como hoje era meu dia a ortodontista que me atendeu ficava apertando meus dreds (troçinhos q machucam a boca) e cantando hinos evangélicos, fala sério só eu mesma pra passar por essas situações.

A Verve Jornalística

To levando muito a sério esse troço de Comunicação, e de ter primas com Blogs (a Flavia Roberta-cobracomasa- pelo lado da minha mãe; e a Cláudia Fernanda-releituradavida- pela família do meu pai), além disso a Flávia é jornalista, a Fábia Adriana é jornalista e minha siamesa e colaboradora direta (só vive me dando esporro por que atraso as postagens) e a Fabrícia Lahis que além de ta estudando jornalismo ainda faz psicologia, e vive analisando o povo e talvez se junte com a Fábia e a Flávia pra criticar minha preguiça de escrever. É isso foi à introdução, o título é que é nóia, pois eu agora dei pra andar de bloquinho em mãos para anotar os causos pitorescos, redigir previamente o que vou escrever e até registrar as idéias de imagens, diga mesmo se to normal? Ainda bem, que o Caetano meu amigo, disse certa vez que de “perto ninguém é normal”. Aviso aos Navegantes Vou abrir concurso público para paisagista e arquiteta, no entanto as provas de titulação aceitarão os diplomas também do povo que fez jornalismo;) Ta ouvindo né Bi. Em vez de tacar o pau na gata, me ajuda a aguar o meu o seu o nosso jardim.

Siamesas rsrsrs :) ;)