Mais se eu não começar e ficar naquela de que ano novo, silhueta nova não vai dar muito certo! O certo mesmo é que minha coluna (vértebras lombares) ta toda fora do lugar e pude perceber isso hoje ao fazer um rápido alongamento e aquecimento, não há mais tempo! Xô preguiça e pegar pesado na malhação inteligente é o que devo fazer. Claro que estou pensando em fazer Pilates, mais as sessões estão pela hora da morte, então decidi que primeiro vou pegar no pesado para depois pegar no mais pesado ainda rsrsrs. Yôga também será uma boa solução para equilibrar mente e corpo. Força de vontade entretanto para exercícios físicos nunca tive é por isso talvez, que eu esteja “pedindo de presente ao bom e velho Noel” que me dê coragem e perseverança! Vou usar boa parte das minhas férias para me dedicar a boa forma, onde quer que eu esteja, devo praticar atividades físicas regulares para melhorar as potencialidades de meu bom e velho corpo, ao qual muito carinhosamente chamo de carca ou carcaça rsrs.
Um Blog livre, aberto a qualquer pessoa que deseje compartilhar, falar, pensar. Um jardim público!
dezembro 24, 2008
Tem que Correr, tem que Malhar, tem que Suar...Uffaaa!
Feliz Natal (Ivan Lins)
Então..é Natal?
outubro 24, 2008
GUETO
outubro 13, 2008
Mais Uma de Amor
Vamos fazer um Filme! (Começa a Aventura!)
O plano de inicio é percorrer as pequenas cidades do interior da Paraíba (terra de cabra macho), descobrindo os personagens pitorescos desses locais lógico, se o dinheiro der, pois estamos sem Patrocínio! O que buscamos é traçar uma história de vida dessas pessoas (faixa etária de
Na estrada, uma porção de bois, vacas e cabras que em nada, nem com a poderosa buzina do jipe, abrem para ver nossa empreitada, num canto da cerca um caboclo diz:
“Dá jeito não dona, pode buzinar até de manhã...os bicho aqui gosta de som de automóvi...tranquera esses bicho!” Fazer o que né? Apreciar a aridez da paisagem e prosear com o cabloco.
Pedro pergunta ao nhô Raimundo (o caboclo) quem devemos procurar na cidade, que tenha uma história legal pra contar?
O Raimundo diz: “óia seu Pedro, lá pelas banda da cidade tem um cara afamado num sabe! Chamado de Tonho que é dono de uma padaria, a única da região, casado com uma muié que dá um trabáio a ele! O senhor sabe né? Muié nova com home véio num pode prestar. Dizem até que o Tonho pegou a pestilenta com dois forasteiro tráis de casa! Má, espie o home é tão brabo que até contam, né? Num sei se é causo verdadeiro que ele deu uma coça nos tréis e ainda botou os dois caba safado pra trabáia na padaria carregando pão pras fazenda dos rico da cidade e a muié ta mansa que só o senhor vendo!”
Finalmente os boizinhos desbloquearam a estrada de terra batida! Nos despedimos do Raimundo e seguimos caminho. Pedro me pergunta:
“Adélia, o que você achou do causo?” E eu respondo: “Pedrinho até que o causo é bom, mas não temos saúde pra apanhar de cipó de boi e carregar pão pros ricos da fazenda perfazendo
Corta... quase não prestamos atenção a linda chapada a margem da estrada.